Nos anos 80, a inflação descontrolada obriga a construtora a deixar seu modelo de negócios como forma de driblar a crise para manter seu crescimento. Adota-se, então, o Sistema de Preço de Custo. Por meio dele, as parcelas são reajustadas sempre que os preços e o dólar sobem, o que garante o caixa para a continuidade das obras. É uma proteção contra a escalada dos preços, pois o dinheiro desvaloriza, mas o imóvel não.
A construtora amplia a sua atuação para regiões em crescimento e desenvolvimento da capital como Morumbi, Panamby e Marginal Pinheiros, que passa a ser o novo eixo comercial da cidade depois da Avenida Paulista e da Avenida Brigadeiro Faria Lima.
O lançamento do Edifício Wilson Mendes Caldeira, um dos primeiros prédios da Marginal Pinheiros, marca o novo eixo comercial/empresarial de São Paulo. Ainda nos anos 80, a construtora ganha novamente destaque internacional com dois projetos, exemplos de arrojo arquitetônico no estilo mediterrâneo (moda na época), com piscinas nos terraços de cada andar, girando sobre o próprio eixo em ‘leque’.